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DONA SAUDADE PRECISAMOS CONVERSAR!



Você quer falar, saudade? 
Então vai. Grita! 
Tô aqui te ouvindo e não vou mais te ignorar. Quer jogar na minha cara a falta que me faz e como os dias perdem a graça sem te ter por aqui? Que faça! Os fones de ouvido pra abafar sua voz são inúteis. É no coração que você fala, dona saudade, agora eu já aprendi. Então solta a voz. 

Cansei de fugir de você. 
Tô aqui. 


Joga na minha cara que eu sou um idiota por te deixar partir. Aproveita e deixa a minha timeline só com as tuas fotos, o que você acha? Tu pode fazer o que quiser, saudade, mas não vou atrás. Não dessa vez. Tá doendo? PRA CARALHO! Mas doía muito mais acreditar sozinho. Amar sozinho. E isso eu não quero de novo.



Não era você que queria falar? Que queria me fazer entender tantas coisas? Por que você não entende que já era? Que nunca teve reciprocidade? Quando eu tô de boa você aparece, reabre a ferida no meu peito e some. Mas dessa vez não. Dessa vez vai ser do meu jeito. Cansei de pegar leve contigo, sabe?


Eu sei que é difícil, mas até você precisa desapegar. Quando a pessoa não quer mais, o jeito é deixar livre, gata. A gente já tá nessa há tanto tempo, achei que você já tinha aprendido. Hey, saudade! Se quiser ficar, se transforma numa marquinha no meu peito, pra quando eu olhar, lembrar pra onde não quero mais voltar. Agora libera espaço pro novo chegar.




DIEGO HENRIQUE.
Prazer, Diego Henrique, 26 anos, Paulista. Um aquariano na casa dos vinte, que brinca com as palavras e coloca os sentimentos na ponta dos dedos.

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