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AFINAL, CASAR PRA QUÊ?





Não, não quero destruir sonhos de noivas ou futuras noivas, nem daquela mulher que já pensa no casamento antes de sequer conhecer o cara. Não que eu julgue isso – acho que toda mulher já sonhou com o casamento antes mesmo de conhecer o dito cujo, né?! Quero falar sobre o porquê das pessoas quererem casar, mesmo sabendo com o que terão que lidar.

Digo isso por experiência própria. Há um mês e pouco decidi mudar minha vida – parece até aqueles comerciais de TV, né?! –, dar uma nova cor para aqueles domingos tão chatos e cheios de tédio, com aquele gostinho de “socorro, a segunda tá chegando!”. A única maneira que eu encontrei de unir o “útil ao agradável” foi quando decidi casar. Tudo bem, não foi a única decisão plausível, mas foi a mais sensata unindo todos os fatores. 

Talvez o coração tenha falado mais alto do que a razão? Provavelmente. Mas quem disse que a razão sempre tem que estar à frente de tudo? É preciso arriscar mais! Se aquilo que tu arriscou deu certo, ótimo! Se não deu, depois tu tenta novamente.

Pois é, eu decidi casar. E, então, começaram as nossas lutas de cada dia; nesse meio tempo, descobri que tu não vai gastar menos do que meses de salário só com o buffet. Fora vestido, lembrancinhas e outros; sem contar que fotógrafo é caro e tu percebe que vai ter que dar um jeito de achar objetos que tu nunca tinha ouvido falar. Resumindo: tu vai ficar louca e, talvez, só talvez mesmo, não seja uma sensação tão boa.

Quer dizer, o fato não é esse. Que tudo é muito caro, todo mundo já sabe. Mas o pensamento o qual me vem à mente é: por qual motivo as pessoas decidem casar? Não seria mais fácil ficar cada um na sua casa, com suas manias e defeitos, se encontrando apenas nos finais de semana ou, quem sabe, ir apenas tomar um café no final da tarde e prolongar até a manhã seguinte, depois ambos voltando para suas devidas casas. Assim não teria que lidar com a toalha molhada em cima da cama, a tampa do vaso levantada, as roupas jogadas no chão e a falta de espaço na pia para, sequer, apoiar a escova de dentes.

Mas isso tudo se torna ínfimo quando as pessoas descobrem que precisam de mais. Muito mais do que uma noite juntos. Querem a semana, o mês e a vida toda juntos. Mais carinho, mais amor e mais amassos. Precisam de mais horas para ficarem abraçados, mais um pouco do “só mais cinco minutos” juntos ou um pouco do acordar atrasado para o trabalho porque passaram a noite se amando. 

O “namorar” não tem sido o suficiente para boa parte das mulheres. E dos homens, é claro.

O ponto é: tu é livre pra decidir casar ou não, se quer apenas morar junto de alguém ou tornar o teu gato teu companheiro. Não há regras sobre isso, por mais que a sociedade imponha que tu precise casar, ter filhos, formar uma família, morrer de trabalhar para, só então, morrer de verdade.

Por isso, se casem, se amem e sejam felizes! Seja com um gato, um cachorro, um papagaio ou com gente mesmo. As pessoas casam para se amarem e serem muito mais amadas, para conviver com alguém e viver experiências nunca conhecidas. 

Tu tem o completo direito de ser feliz, deixa esse texto pra reler depois e vai encontrar tua felicidade!



LAYLA MOTA.
16 primaveras. Uma baixinha arretada e apaixonada por um ilustrador. Aspirante à blogueira, escritora e desenha nas horas vagas. Louca por fotografias e pôr-do-sol, cristã evangélica de corpo e alma. Coleciona sonhos, histórias e gosta de compartilhá-los com gente que gosta da gente.

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