O amor é brega. E quem não é?

quinta-feira, 14 de setembro de 2017

UM VÍCIO DO TIPO LÍCITO



Enquanto uns fazem coisas para se arrependerem, eu me apaixono. E não que, talvez depois, eu não venha a me arrepender, mas se apaixonar é o tipo de coisa que todos deveriam fazer. Se apaixonar é viver, é dizer que seu coração está vivo para uma nova pessoa, que aceita as diferenças, defeitos e virtudes e ainda se coloca na posição de ajudar. Ajudar essa paixão a viver, crescer, semear, cuidar... e por que não amar? Sim, amar!

Toda paixão regada aos bons sentimentos tem como fruto o amor, aquele que chega aos poucos e vai sendo cultivado. Quando menos se espera cresce e explode no peito como um vulcão em erupção, derramando pelas veias do teu corpo a sensação de amar alguém. A gente fica meio bobo, ri até da própria sombra e quem vê pensa até ser uma droga. Pode ser que seja mesmo, afinal paixão é um vício. Do tipo lícito.


Se apaixonar é bom, mas já experimentou amar?

Sobre o amor aparecer na hora em que menos se espera: é verdade. Aconteceu comigo, vai acontecer com você também, não se preocupe. Ou melhor, até se preocupe. Preocupe-se em estar bem consigo mesma e apta a receber o novo visitante. Fique esperta aos sinais, alguns não são tão visíveis aos olhos.

Geralmente ele te desperta da realidade e te coloca em transe, parece algo fora do normal ou pouco casual talvez, mas com certeza algo que te leva a fundo nas sensações. Ele vai te fazer sentir-se flutuar, como quem veleja sem nem saber aonde poderá chegar. Tuas sensações se modificam na intensidade que é vivido. O tal do amor é danado, te remete a um vício que foge teus princípios de tudo que ouviu falar, chega a ser gritante a vontade de externar ao mundo, aquilo que teu coração começa a sentir. É assim que ele se transforma, como uma metamorfose que chega para arrebatar teu coração que desacreditava em amar.

ANNA OLIVEIRA.
Recifense, amante da tecnologia, leitura e MPB. Aspirante na escrita/poesia, uma menina mulher sempre em evolução, transcrevendo em palavras gritos oriundos do coração, deixando registros verídicos (ou não) nas entrelinhas. De braços e coação aberto para a vida e o amor.

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