O amor é brega. E quem não é?

segunda-feira, 24 de julho de 2017

DETALHES DO AMOR!




O amor se esconde nos detalhes. Ele é construído com os detalhes.

Começa simples, natural. Conversas que envolvem, que encantam. Uma mensagem pra dizer que lembrou da pessoa com algo que viu, uma imagem brincando com algo que foi dito de engraçado. Existem várias formas de construir o amor, e a gente nem vê.

Quando a gente menos espera, ele já está lá, construído, e aí entra a parte mais difícil: mantê-lo inteiro.

No começo é sempre assim, a gente se empenha em dar o melhor de si, pra ver a outra pessoa feliz e pra ela gostar da gente, mas parece que depois que a gente já conseguiu, a gente não se esforça pra manter. E é aí que tá o problema dos relacionamentos, e de qualquer outra coisa nessa vida. A gente não faz mais o mesmo esforço de antes.

Eu sei que esse não é o primeiro nem o último texto sobre isso, mas sei também que não vão acabar enquanto as pessoas forem diminuindo seu esforço.

É um bom dia que a gente esquece de mandar, coisa que não gasta 5 segundos e faz o dia de qualquer pessoa começar melhor; é uma mensagem de lembrei de você que a gente deixa pra depois e não manda nunca mais; são palavras deixadas pela metade que trazem dúvidas e medos. É uma infinidade de coisas que a gente vai deixando.

Eu mesma já deixei de me esforçar quando consegui algo que queria, mas percebi que estava fazendo errado. Percebi que, depois de conseguir, o esforço pra manter precisava ser igual ou ainda maior. Mas vale a pena, mesmo que a gente quebre a cara depois.

Sempre vale.

E é como dizem por aí "o amor nasce dos pequenos detalhes e morre pela falta deles." (não me lembro a autoria). E nós, sentimentais demais, nos apegamos mais aos detalhes, às pequenas coisas, e por isso tudo mexe com a gente.

E por isso também amamos demais. Porque reparamos nos pequenos detalhes, que nem quem amamos percebe, e ficam intrigados com o motivo de gostarmos tanto deles. É um carinho no cabelo, um jeito de sorrir, e mais uma lista infinita de coisas. Mas a gente tá atento, a todos os detalhes. E a gente ama cada um deles, mesmo que às vezes eles nos deixem chateados.

A gente sabe que no final o amor é o que prevalece.


MARINA COUTO.
21 anos, estudante de Letras, forrozeira e apaixonada por palavras. Escrevo pra me sentir livre, não tenho destinatário certo, acho que assim fico mais desapegada e escrevo Com a alma. Gosto de escrever para as outras pessoas saberem que não estão sozinhas. Quem vai ser meu interlocutor? Quem ler decidirá se aceita ser ou não. Se você se identificar, é um novo interlocutor, escreverei pensando que não estou só. Escreverei pra nós

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