O amor é brega. E quem não é?

quarta-feira, 28 de junho de 2017

EQUILIBRE-SE!



Sempre me disseram que o trabalho dignifica o homem. O que não é uma mentira, claro. Mas também tem aquele outro ditado que diz que tudo em excesso é prejudicial. Outra verdade.

Vivemos na era moderna, onde temos que nos preocupar mais com o que fazemos do que com quem somos. Temos nos preocupado tanto com nossos trabalhos, nossa imagem de homens batalhadores, com a corrida do ouro diária, que esquecemos, por vezes, de quem está ao nosso lado nos apoiando. É claro que todo o esforço é para sempre dar o melhor para quem amamos. Mas se o alimento do corpo é importante, tão importante também é o alimento do coração.

É cara, as pessoas sempre vão te julgar pelo que faz e, também, pelo que deixa de fazer. Sempre te julgarão pelo quanto você trabalha ou pelo quanto você deixou de trabalhar para conseguir o que tem. "Deixa ela pra lá, está atrapalhando sua carreira", dizem sobre quem sempre te apoiou. E, às vezes, deixamos mesmo. Somos influenciados negativamente em várias situações da vida e é aí que temos que nos esforçar para discernir sobre o que é certo e o que é errado.

Quem ama, trabalha duas vezes: em casa e no serviço. Trabalha na contabilidade da empresa e também no RH do coração da amada; vende um monte de coisa na rua durante o dia e doa carinho em casa a noite; atende aos clientes na loja com um sorriso no rosto que é menor que o sorriso com o qual a abraça ao fim do dia.

Por isso, te digo uma coisa: nunca coloque seu trabalho a frente de quem te ama e moveria montanhas pra te ver feliz. Por vezes, seu sucesso depende dela, na mesma medida em que o sorriso diário dela depende de você.

Lembre-se sempre: "Você deve aprender a amá-la da forma como quer ser amado."


EDSON CARDOSO
Professorzim brasiliense, formado em letras, amante de (boa) música e rato de jogos online. Um cara que não é um poeta, mas que se arrisca a brincar com as palavras. Nem de longe um boêmio, tampouco um insensível nato. Gosta de ficar em casa enchendo os "pacovás" das irmãs e ouvindo o cantarolar de sua mãe. Coleciona fotos e lembranças das viagens que já fez e planeja muitas outras. Alguém que agradece a Deus diariamente o dom da vida e a graça de ter uma família com quem pode contar. 

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