O amor é brega. E quem não é?

domingo, 28 de maio de 2017

RELACIONAR-SE NÃO É FÁCIL



Relacionamento não é sempre mil maravilhas. Se engana quem acha que vai ser tudo lindo cheio de flores e arco-íris e coraçõezinhos. Qualquer coisa que envolva pessoas não é fácil. Pessoas são voláteis, umas mais que as outras, mas ninguém é exatamente do mesmo jeito diariamente.

Tem dia que a gente está bem, tem dia que a gente não está, seja lá qual for o motivo, ou mesmo que não tenha motivo. Tem dias que a gente simplesmente não acorda bem e está tudo bem. A gente lida com isso. E numa relação a gente tem que saber que a outra pessoa também vai ter dias ruins, vai ter dia de não querer conversar com ninguém, e não tem nada que a gente possa fazer. A gente só fica lá, do jeito que nos for permitido.

Hoje mesmo li um texto do Fernando Suhet que ele disse o seguinte: “Lembre-se de que nem você e nem ninguém é perfeito. Acho que estar numa relação é muito mais que isso. É entendimento, compreensão, diálogo e deixar o outro respirar o seu próprio ar.” E é exatamente isso. Se uma relação não tem compreensão, entendimento e – principalmente – companheirismo, ela não vai para a frente.

Se as duas partes da relação não estiverem dispostas a enfrentar os dias ruins, os imprevistos e as partes “não-legais”, essa relação NÃO VAI FUNCIONAR.
Volto a dizer, relacionamento não é sempre mil maravilhas. E, acredito eu, quando a gente entra num relacionamento é para fazer dar certo. A gente se dispõe a se esforçar diariamente, a enfrentar – JUNTOS – o que quer que a vida proporciona.

Então para e pensa bem, você está disposto a tudo isso? A passar pelos dias bons assim como pelos dias ruins? A se envolver e ser envolvido, confiar, entender, compartilhar e amar.

Porque no fim das contas, se não tiver amor envolvido, aí que não funciona mesmo.


MARINA COUTO.
21 anos, estudante de Letras, forrozeira e apaixonada por palavras. Escrevo pra me sentir livre, não tenho destinatário certo, acho que assim fico mais desapegada e escrevo Com a alma. Gosto de escrever para as outras pessoas saberem que não estão sozinhas. Quem vai ser meu interlocutor? Quem ler decidirá se aceita ser ou não. Se você se identificar, é um novo interlocutor, escreverei pensando que não estou só. Escreverei pra nós

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