O amor é brega. E quem não é?

terça-feira, 15 de novembro de 2016

NÃO ESPERE A SEMANA QUE VEM CHEGAR PARA FAZER O QUE SEU CORAÇÃO IMPLORA HOJE.


Sabe qual é um dos grandes problemas das pessoas (e até meu mesmo, não vou negar)? A gente sempre deixa para depois. A gente sempre acha que vai ter tempo. Deixamos para amanhã, adiamos para semana que vem, porque vai dar tempo. Mês que vem a gente faz isso, agora não vai rolar, agenda aí para o ano que vem. A verdade, que todo mundo sabe, bem lá no fundo, mas raramente assume é: não vai dar tempo.

Tem certas coisas na vida que não foram feitas para serem segundo plano. Você não vai ter outra oportunidade como essa que está batendo na sua porta e você, teimoso, não abre. A data daquela prova se aproxima mais a cada novo episódio que você começa. Você não vai ter outra chance de falar para ela, pela primeira vez, que a ama. Você não vai ter outra chance de sentir aquele abraço que traz paz, nem sentir aquele cheiro que muda seu dia só porque está chovendo demais e a cama não para de chamar seu nome.

Você não terá outra oportunidade para aceitar essa graça que quase espanca a porta da sua casa, mas você não abre por pirraça, por acreditar que amanhã será melhor. Não vai ser. Não temos todo o tempo do mundo. O mundo gira mais rápido do que a gente pode acompanhar e nem sempre você poderá contar com uma segunda chance. Não pense duas, três vezes, não espere a semana que vem chegar para fazer o que seu coração implora hoje, não tenha medo de demonstrar o que sente.

Diga a ela que você a ama e repita quantas vezes quiser. Ninguém morre por demonstrar amor, morre quem engole e reprime todo sentimento no peito. Tudo que chegou até você hoje, não voltará amanhã. Vá com tudo atrás daquilo que abre um sorriso no seu rosto, arisque-se e sinta a adrenalina da vida. Permita-se viver todos os dias como os únicos momentos que lhe foram dados, viva sem a vontade de voltar no tempo. Carpe diem!

MARI GUIMARÃES 
22 invernos, escritora do livro "E se fosse verdade?". Mineira que vive no Espírito Santo, estudante de Oceanografia, apaixonada por café, livros e escrita desde quando aprendeu a identificar as primeiras letras. Encontrou lá toda a coragem que não tem pra dizer aquilo que vem à cabeça. Aquele eterno e irritante clichê que isa as palavras como seu refúgio. Não fala pelos cotovelos, mas escreve como um furacão.

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