O amor é brega. E quem não é?

segunda-feira, 4 de julho de 2016

3 COISAS QUE SÓ QUEM AMOU DE VERDADE CONSEGUE ENTENDER.



Paixão, fogo de palha, "amor de verão", e todas essas pequenas coisinhas que qualquer um pouco corajoso já tenha sentido não chega nem perto do que um (a) grande ousado (a) na vida pode explicar. Sim, calma aí que vou me fazer mais clara!

Todo mundo com no mínimo 15 anos de idade nos dias atuais já sentiu um friozinho na barriga, uma noite de insônia, um choro de ser tão intenso que até o fez cair no sono por alguém na vida. Mas cá pra nós, 1 em cada 15 já amou de fato, ao ponto de subestimar a própria razão o conceito do que considerava amor, não é mesmo?

Por isso eu quis simplificar e apresentar 3 coisas que só quem já amou de verdade consegue entender.

1 - Contar até 100: Só quem amou de verdade numa briga, discussão, mal entendido, crise conjugal, estresse do trabalho, TPM ou algo do tipo, recebe palavras feito tiros e consegue manter a razão e pensar no significado de tudo que outro representa e conta até 10, 20, 50 ou 100 pra não ceder ao calor da situação e colocar tudo a perder.

2 - Abrir mão do ser amado pelo bem do mesmo: Alguém que deixa a pessoa que ama ir embora, viver como bem entende, prefere, decide, mesmo doendo, sangrando, se fazendo saudade, sentindo quase a morte por simplesmente não ser egoísta, ao meu ponto de vista é uma das grandes proezas que só quem amou de verdade tem aptidão pra realizar.

3 - Defeitos - Além de aceitar, aprender a lidar, saber conviver com os defeitos da pessoa que ama: O número 3 acredito que seja a crucial dentre todas, significa o ponto em que a gente se dá conta de que realmente tem alguém morando sem pagar aluguel no nosso coração. A gente até enxerga as imperfeições do outro, o que irrita a gente, tem momentos em que nos faz ter vontade de jogar tudo pro ar, obviamente me refiro a defeitos que de forma alguma sobreponha o nosso bem-estar, nosso jeito de ser, individualidade ou cause mágoas. Me refiro aqui sobre defeitos que não afetam a convivência, que não violente nem a pele e muito menos a nossa alma, são trejeitos, manias, às vezes até alguma coisa da personalidade da pessoa.

Enfim, quando a gente percebe que esses "defeitos" são parte da pessoa que a gente escolheu ou que nos escolheu pra mostrar o que é estar vivo, amando, é quando na vida real mesmo a gente passou do estágio de aprendiz e passa pro de experimentador do Amor.

JOANY TALON.
Pra quem acredita em horóscopo é Canceriana, nascida em Araruama no dia 15 de julho de 1986, assistente social pela Universidade Federal Fluminense, e agraciada por Deus pelo dom de transformar em palavras tudo que sente, autora dos livros “Cotidiano & Seus Clichês” e “Intrínseco” e co-autora no livro “Pequenices Diárias”

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